Estrada branca
Lua branca
Noite alta
Tua falta caminhando
Caminhando, caminhando
Ao lado meu
Uma saudade
Uma vontade
Tão doída
De uma vida
Vida que morreu
Estrada passarada
Noite clara
Meu caminho é tão sozinho
Tão sozinho
A percorrer
Que mesmo andando
Para a frente
Olhando a lua tristemente
Quanto mais ando
Mais estou perto
De você
Se em vez de noite
Fosse dia
Se o sol brilhasse
E a poesia
Em vez de triste
Fosse alegre
De partir
Se em vez de eu ver
Só minha sombra
Nessa estrada
Eu visse ao longo
Dessa estrada
Uma outra sombra
A me seguir
Mas a verdade
É que a cidade
Ficou longe, ficou longe
Na cidade
Se deixou meu bem-querer
Eu vou sozinho sem carinho
Vou caminhando meu caminho
Vou caminhando com vontade de morrer
(Antonio Carlos Jobim/ Vinicius de Moraes)
What should I call this happy madness that I feel inside of me
Sometime of wild October gladness that I never thought I'd see
What has become of all my sadness all my endless lonely sighs
Where are my sorrows now
What happened to the frown and is that self contented clown
Standing grinning in the mirror really me
I'd like to run through Central Park carve your initials in the bark
Of every tree I pass for every one to see
I feel that I've gone back to childhood and I'm skipping through the wildwood
So excited that I don't know what to do
What do I care if I'm a juvenile I smile my secret little smile
Because I know the change in me is you
What should I call this happy madness all this unexpected joy
That turned the world into a baby's bouncing toy
The god's are laughing far above one of them gave a little shove
And I fell gaily gladly madly into love
(Antonio Carlos Jobim/ Vinicius de Moraes/ Gene Lees)
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22 de mai. de 2014
1 de mai. de 2012
Última forma
É, como eu falei não ia durar
Eu bem que avisei, pois é, vai desmoronar
Hoje ou amanhã um vai se curvar
E graças a Deus, não vai ser eu quem vai mudar
Você perdeu
E sabendo com quem eu lidei não vou me prejudicar
Nem sofrer, nem chorar, nem vou voltar atrás
Estou no meu lugar, não há razão pra se ter paz
Com quem só quis rasgar o meu cartaz
E agora pra mim você não é nada mais
E qualquer um pode se enganar
Você foi comum, pois é, você foi vulgar
O que é que eu fui fazer quando dispus te acompanhar
Porém pra mim você morreu
Você foi castigo que Deus me deu
Não saberei jamais se você mereceu perdão
Porque eu não sou capaz de esquecer uma ingratidão
E você foi uma a mais
E qualquer um pode se enganar
Você foi comum, pois é, você foi vulgar
O que é que eu fui fazer quando dispus te acompanhar
Porém pra mim você morreu
Você foi castigo que Deus me deu
E como sempre se faz, aquele abraço, adeus
E até nunca mais
(Baden Powell e Paulo César Pinheiro)
atualizando o post de 07/09/2007
A divina Elizeth Cardoso
No vídeo, também "Feitiço da vila", de Noel Rosa; e "Folha Morta", de Ary Barroso.
atualizando o post de 29/07/10
Eu bem que avisei, pois é, vai desmoronar
Hoje ou amanhã um vai se curvar
E graças a Deus, não vai ser eu quem vai mudar
Você perdeu
E sabendo com quem eu lidei não vou me prejudicar
Nem sofrer, nem chorar, nem vou voltar atrás
Estou no meu lugar, não há razão pra se ter paz
Com quem só quis rasgar o meu cartaz
E agora pra mim você não é nada mais
E qualquer um pode se enganar
Você foi comum, pois é, você foi vulgar
O que é que eu fui fazer quando dispus te acompanhar
Porém pra mim você morreu
Você foi castigo que Deus me deu
Não saberei jamais se você mereceu perdão
Porque eu não sou capaz de esquecer uma ingratidão
E você foi uma a mais
E qualquer um pode se enganar
Você foi comum, pois é, você foi vulgar
O que é que eu fui fazer quando dispus te acompanhar
Porém pra mim você morreu
Você foi castigo que Deus me deu
E como sempre se faz, aquele abraço, adeus
E até nunca mais
(Baden Powell e Paulo César Pinheiro)
atualizando o post de 07/09/2007
A divina Elizeth Cardoso
No vídeo, também "Feitiço da vila", de Noel Rosa; e "Folha Morta", de Ary Barroso.
atualizando o post de 29/07/10
4 de ago. de 2011
Let's Fall In Lovefi
We might have been meant for each other
To be or not to be, let our hearts discover
I have a feelin', it's a feelin' I'm concealin', I don't know why
It's just a mental, incidental, sentimental, alibi
But I adore you, so strong for you
Why go on stallin', I'm fallin', love is callin', why be shy?
Let's fall in love
Why shouldn't we fall in love?
Our hearts are made of it
Let's take a chance, why be afraid of it?
Let's close our eyes
And make our own paradise
Little we know of it
Still we can try to make a go of it
Now, we might have been meant for each other
To be or not to be, let our hearts discover
Let's fall in love
Why shouldn't we fall in love?
Now is the time for it, while we are young
Let's fall in love
Let's fall in love
Let's fall in love
(Harold Arlen, Ted Koehler)
ELLA
FRANK
To be or not to be, let our hearts discover
I have a feelin', it's a feelin' I'm concealin', I don't know why
It's just a mental, incidental, sentimental, alibi
But I adore you, so strong for you
Why go on stallin', I'm fallin', love is callin', why be shy?
Let's fall in love
Why shouldn't we fall in love?
Our hearts are made of it
Let's take a chance, why be afraid of it?
Let's close our eyes
And make our own paradise
Little we know of it
Still we can try to make a go of it
Now, we might have been meant for each other
To be or not to be, let our hearts discover
Let's fall in love
Why shouldn't we fall in love?
Now is the time for it, while we are young
Let's fall in love
Let's fall in love
Let's fall in love
(Harold Arlen, Ted Koehler)
ELLA
FRANK
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30 de mar. de 2011
12 de fev. de 2011
3 de dez. de 2010
Errei, Sim
Errei, sim
Manchei o teu nome
Mas foste tu mesmo o culpado
Deixavas-me em casa
Me trocando pela orgia
Faltando sempre
Com a tua companhia
Lembro-te agora
Que não é só casa e comida
Que prende por toda vida
O coração de uma mulher
As jòias que me davas
Não tinham nenhum valor
Se o mais caro me negavas
Que era todo o teu amor
Mas se existe ainda
Quem queira me condenar
Que venha logo
A primeira pedra me atirar
(Ataulfo Alves)
Dalva de Oliveira
Ângela Maria
Roberta Sá
Manchei o teu nome
Mas foste tu mesmo o culpado
Deixavas-me em casa
Me trocando pela orgia
Faltando sempre
Com a tua companhia
Lembro-te agora
Que não é só casa e comida
Que prende por toda vida
O coração de uma mulher
As jòias que me davas
Não tinham nenhum valor
Se o mais caro me negavas
Que era todo o teu amor
Mas se existe ainda
Quem queira me condenar
Que venha logo
A primeira pedra me atirar
(Ataulfo Alves)
Dalva de Oliveira
Ângela Maria
Roberta Sá
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22 de nov. de 2010
I'd do it all again
Ooh, you’re searching for something I know, won’t make you happy
Ooh, you’re thirsting for something I know, won’t make you happy
Ooh, you did it all again, you broke another skin
It’s hard to believe this time, hard to believe
That my heart, my heart’s an open door
You got all you came for, baby
So weary, someone to love is bigger than your pride’s worth
Is bigger than the pain you got for it hurts
And out runs all of the sadness
It’s terrifying, life, through the darkness
And I’d do it all again, I’d do it all again
I’d do it all again, I’d do it all again
You try sometimes but it won’t stop
You got my heart and my head’s lost, ooh yeah
I’ve been burning down these candles for love, for love
So weary, someone to love is bigger than your pride
Ooh, someone to love, mm, someone to love
Someone to love
Ooh, you’re searching for something I know, won’t make you happy
Ooh
(Corinne Bailey Rae)
Você está procurando por algo que sei que não te fará feliz
Você está sedento por algo que sei que não vai te fazer feliz
Você fez tudo outra vez, você quebrou outra camada
Dessa vez é difícil de acreditar, difícil de acreditar
Que meu coração, meu coração é uma porta aberta
Você conseguiu tudo que você queria
Tão cansado, alguém cujo valor do amor é maior que do orgulho
É maior que a dor que você tem
E se esgota toda a tristeza
É assustadora, a vida, através da escuridão
E eu faria tudo outra vez, eu faria tudo outra vez
Eu faria tudo outra vez, eu faria tudo outra vez
Às vezes você tenta, mas não pára
Você tem meu coração e minha cabeça está perdida
Eu tenho queimado essas velas pelo amor, pelo amor
Tão cansado, alguém cujo amor é maior que o orgulho
Alguém para amar, alguém para amar
Alguém para amar
Você está procurando por algo que sei que não te fará feliz
Ooh
Ooh, you’re thirsting for something I know, won’t make you happy
Ooh, you did it all again, you broke another skin
It’s hard to believe this time, hard to believe
That my heart, my heart’s an open door
You got all you came for, baby
So weary, someone to love is bigger than your pride’s worth
Is bigger than the pain you got for it hurts
And out runs all of the sadness
It’s terrifying, life, through the darkness
And I’d do it all again, I’d do it all again
I’d do it all again, I’d do it all again
You try sometimes but it won’t stop
You got my heart and my head’s lost, ooh yeah
I’ve been burning down these candles for love, for love
So weary, someone to love is bigger than your pride
Ooh, someone to love, mm, someone to love
Someone to love
Ooh, you’re searching for something I know, won’t make you happy
Ooh
(Corinne Bailey Rae)
Você está procurando por algo que sei que não te fará feliz
Você está sedento por algo que sei que não vai te fazer feliz
Você fez tudo outra vez, você quebrou outra camada
Dessa vez é difícil de acreditar, difícil de acreditar
Que meu coração, meu coração é uma porta aberta
Você conseguiu tudo que você queria
Tão cansado, alguém cujo valor do amor é maior que do orgulho
É maior que a dor que você tem
E se esgota toda a tristeza
É assustadora, a vida, através da escuridão
E eu faria tudo outra vez, eu faria tudo outra vez
Eu faria tudo outra vez, eu faria tudo outra vez
Às vezes você tenta, mas não pára
Você tem meu coração e minha cabeça está perdida
Eu tenho queimado essas velas pelo amor, pelo amor
Tão cansado, alguém cujo amor é maior que o orgulho
Alguém para amar, alguém para amar
Alguém para amar
Você está procurando por algo que sei que não te fará feliz
Ooh
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13 de nov. de 2010
Se Acontecer | Djavan
As estrelas brilham sem saber,
Mas cada vez melhor
Pois foi só você aparecer
Todas desceram pra ver
Você brilhar de cor.
O que mais chamou minha atenção?
Sua expressão sutil
Isso eu já não posso esquecer
Porque não foi só visão,
O coração sentiu.
A tenda da noite enche de sombra
Um sonhar vazio
Percorri tantas fontes até ver você
Sair do nada pros meus horizontes
Que a manhã pura e sã
Com as mãos de jasmim vá roçar seu rosto
Pro amor ardente despertar por mim
Deus é pai, vai saber
Se acontecer, serei seu até o fim!
Em tempo de chuva, que chova:
Eu não largo da sua mão!
Nem que caia um raio
Eu saio sem você na imaginação.
(Djavan)
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19 de set. de 2010
Hallelujah
Now I've heard there was a secret chord
That David played, and it pleased the Lord
But you don't really care for music, do you?
It goes like this
The fourth, the fifth
The minor fall, the major lift
The baffled king composing Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Your faith was strong but you needed proof
You saw her bathing on the roof
Her beauty and the moonlight overthrew you
She tied you
To a kitchen chair
She broke your throne, and she cut your hair
And from your lips she drew the Hallelujah
Baby I have been here before
I know this room, I've walked this floor
I used to live alone before I knew you.
I've seen your flag on the marble arch
Love is not a victory march
It's a cold and it's a broken Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
There was a time you let me know
What's real and going on below
But now you never show it to me, do you?
And remember when I moved in you
The holy dove was moving too
And every breath we drew was Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
You say I took the name in vain
I don't even know the name
But if I did, well really, what's it to you?
There's a blaze of light
In every word
It doesn't matter which you heard
The holy or the broken Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
I did my best, it wasn't much
I couldn't feel, so I tried to touch
I've told the truth, I didn't come to fool you
And even though
It all went wrong
I'll stand before the Lord of Song
With nothing on my tongue but Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah
(Leonard Cohen)
atualização do post de 24/05/2008
That David played, and it pleased the Lord
But you don't really care for music, do you?
It goes like this
The fourth, the fifth
The minor fall, the major lift
The baffled king composing Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Your faith was strong but you needed proof
You saw her bathing on the roof
Her beauty and the moonlight overthrew you
She tied you
To a kitchen chair
She broke your throne, and she cut your hair
And from your lips she drew the Hallelujah
Baby I have been here before
I know this room, I've walked this floor
I used to live alone before I knew you.
I've seen your flag on the marble arch
Love is not a victory march
It's a cold and it's a broken Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
There was a time you let me know
What's real and going on below
But now you never show it to me, do you?
And remember when I moved in you
The holy dove was moving too
And every breath we drew was Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
You say I took the name in vain
I don't even know the name
But if I did, well really, what's it to you?
There's a blaze of light
In every word
It doesn't matter which you heard
The holy or the broken Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
I did my best, it wasn't much
I couldn't feel, so I tried to touch
I've told the truth, I didn't come to fool you
And even though
It all went wrong
I'll stand before the Lord of Song
With nothing on my tongue but Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah, Hallelujah
Hallelujah
(Leonard Cohen)
atualização do post de 24/05/2008
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25 de ago. de 2010
Encontro
Gurdei o teu olhar, mas teu nome eu não sabia.
E a vida para mim começou naquele dia
eu andava pelas ruas te sonhando, te esperando,
te sentindo em cada samba
que do coração tirei.
Teu nome era segredo, mas ninguém quis me dizer.
E o mundo não sabia o quanto eu esperei.
Alô, alô! é o moço que canta samba?
sou eu a moça da festa, tenho em meu nome Maria
Tenho andado em tua vida, pelo que ouço dizer.
Faz um samba com meu nome
que eu me encontro com você.
Alô, alô! respondi farei agora!
Por favor não vai embora que eu preciso te dizer,
que a não ser minha viola não tenho muito na vida.
Meu pobre samba é a rosa que penso te oferecer.
Guardei o nosso encontro, teu sorriso teus encantos
E procurei todo mundo pra contar o que senti.
Cantei o samba em teu nome e vi no mundo o espanto
A ninguém guardei segredo do amor que consegui...
(Paulinho da Viola)
Paulinho da Viola
Ilana Volcov
E a vida para mim começou naquele dia
eu andava pelas ruas te sonhando, te esperando,
te sentindo em cada samba
que do coração tirei.
Teu nome era segredo, mas ninguém quis me dizer.
E o mundo não sabia o quanto eu esperei.
Alô, alô! é o moço que canta samba?
sou eu a moça da festa, tenho em meu nome Maria
Tenho andado em tua vida, pelo que ouço dizer.
Faz um samba com meu nome
que eu me encontro com você.
Alô, alô! respondi farei agora!
Por favor não vai embora que eu preciso te dizer,
que a não ser minha viola não tenho muito na vida.
Meu pobre samba é a rosa que penso te oferecer.
Guardei o nosso encontro, teu sorriso teus encantos
E procurei todo mundo pra contar o que senti.
Cantei o samba em teu nome e vi no mundo o espanto
A ninguém guardei segredo do amor que consegui...
(Paulinho da Viola)
Paulinho da Viola
Ilana Volcov
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O AMOR
Um dia, quem sabe,
ela, que também gostava de bichos,
apareça
numa alameda do zoo,
sorridente,
tal como agora está
no retrato sobre a mesa.
Ela é tão bela,
que, por certo, hão de ressuscitá-la.
Vosso Trigésimo Século
ultrapassará o exame
de mil nadas,
que dilaceravam o coração.
Então,
de todo amor não terminado
seremos pagos
em inumeráveis noites de estrelas.
Ressuscita-me,
nem que seja só porque te esperava
como um poeta,
repelindo o absurdo quotidiano!
Ressuscita-me,
nem que seja só por isso!
Ressuscita-me!
Quero viver até o fim o que me cabe!
Para que o amor não seja mais escravo
de casamentos,
concupiscência,
salários.
Para que, maldizendo os leitos,
saltando dos coxins,
o amor se vá pelo universo inteiro.
Para que o dia,
que o sofrimento degrada,
não vos seja chorado, mendigado.
E que, ao primeiro apelo:
- Camaradas!
Atenta se volte a terra inteira.
Para viver
livre dos nichos das casas.
Para que doravante
a família seja
o pai,
pelo menos o Universo;
a mãe,
pelo menos a Terra.
(Wladimir Maiakovski)
---------------------------------------
Talvez quem sabe um dia
Por uma alameda do zoológico
Ela também chegará
Ela que também amava os animais
Entrará sorridente assim como está
Na foto sobre a mesa
Ela é tão bonita
Ela é tão bonita que na certa
Eles a ressuscitarão
O Século Trinta vencerá
O coração destroçado já
Pelas mesquinharias
Agora vamos alcançar
Tudo o que não podemos amar na vida
Com o estrelar das noites inumeráveis
Ressuscita-me
Ainda que mais não seja
Por que sou poeta
E ansiava o futuro
Ressuscita-me
Lutando contra as misérias
Do cotidiano
Ressuscita-me por isso
Ressuscita-me
Quero acabar de viver o que me cabe
Minha vida
Para que não mais existam
Amores servis
Ressuscita-me
Para que ninguém mais tenha
De sacrificar-se
Por uma casa, um buraco
Ressuscita-me
Para que a partir de hoje
A partir de hoje
A família se transforme
E o pai seja pelo menos o universo
E a mãe seja no mínimo a Terra
A Terra, a Terra
(Caetano Veloso - Ney Costa Santos - Wladimir Maiakovski)
atualização do post de 18/03/07
Celso Sim & Arthur Nestroviski
ela, que também gostava de bichos,
apareça
numa alameda do zoo,
sorridente,
tal como agora está
no retrato sobre a mesa.
Ela é tão bela,
que, por certo, hão de ressuscitá-la.
Vosso Trigésimo Século
ultrapassará o exame
de mil nadas,
que dilaceravam o coração.
Então,
de todo amor não terminado
seremos pagos
em inumeráveis noites de estrelas.
Ressuscita-me,
nem que seja só porque te esperava
como um poeta,
repelindo o absurdo quotidiano!
Ressuscita-me,
nem que seja só por isso!
Ressuscita-me!
Quero viver até o fim o que me cabe!
Para que o amor não seja mais escravo
de casamentos,
concupiscência,
salários.
Para que, maldizendo os leitos,
saltando dos coxins,
o amor se vá pelo universo inteiro.
Para que o dia,
que o sofrimento degrada,
não vos seja chorado, mendigado.
E que, ao primeiro apelo:
- Camaradas!
Atenta se volte a terra inteira.
Para viver
livre dos nichos das casas.
Para que doravante
a família seja
o pai,
pelo menos o Universo;
a mãe,
pelo menos a Terra.
(Wladimir Maiakovski)
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Talvez quem sabe um dia
Por uma alameda do zoológico
Ela também chegará
Ela que também amava os animais
Entrará sorridente assim como está
Na foto sobre a mesa
Ela é tão bonita
Ela é tão bonita que na certa
Eles a ressuscitarão
O Século Trinta vencerá
O coração destroçado já
Pelas mesquinharias
Agora vamos alcançar
Tudo o que não podemos amar na vida
Com o estrelar das noites inumeráveis
Ressuscita-me
Ainda que mais não seja
Por que sou poeta
E ansiava o futuro
Ressuscita-me
Lutando contra as misérias
Do cotidiano
Ressuscita-me por isso
Ressuscita-me
Quero acabar de viver o que me cabe
Minha vida
Para que não mais existam
Amores servis
Ressuscita-me
Para que ninguém mais tenha
De sacrificar-se
Por uma casa, um buraco
Ressuscita-me
Para que a partir de hoje
A partir de hoje
A família se transforme
E o pai seja pelo menos o universo
E a mãe seja no mínimo a Terra
A Terra, a Terra
(Caetano Veloso - Ney Costa Santos - Wladimir Maiakovski)
atualização do post de 18/03/07
Celso Sim & Arthur Nestroviski
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17 de ago. de 2010
A Volta da Xanduzinha
Sofrimento não me assusta
Mariá
É meu vizinho de boas tardes
Mariá
Conhecer a ingratidão
Isso não
Isso não
Isso não
Quando ela tinha nada
Mariá
Eu abri a casa toda
Mariá
Quando eu precisei dela
Mariô
Mariô
Mariô
Foi, quem sabe, a vaidade
ou os oito boi zebu
ou a casa com varanda
dando pro norte e pro sul
Fiz a caminha dela
No manacá
O sapatinho dela
no manacá
E a roupinha dela
No manacá
Cadê agora?
Mana, maninha, como é triste recordar
A beleza do seu riso
É demais pra se lembrar
O vestido dos seus olhos
Se vestiu pra descansar.
(Tom Zé)
Mariá
É meu vizinho de boas tardes
Mariá
Conhecer a ingratidão
Isso não
Isso não
Isso não
Quando ela tinha nada
Mariá
Eu abri a casa toda
Mariá
Quando eu precisei dela
Mariô
Mariô
Mariô
Foi, quem sabe, a vaidade
ou os oito boi zebu
ou a casa com varanda
dando pro norte e pro sul
Fiz a caminha dela
No manacá
O sapatinho dela
no manacá
E a roupinha dela
No manacá
Cadê agora?
Mana, maninha, como é triste recordar
A beleza do seu riso
É demais pra se lembrar
O vestido dos seus olhos
Se vestiu pra descansar.
(Tom Zé)
Xanduzinha
O cabôco Marcolino
Tinha oito boi Zebu!
Uma casa com varanda
Dando pro Norte e pro Su!
Seu paiol tava cheinho
De feijão e de Andu,
Sem contar com mais uns cobre
Lá no fundo do baú...
Marcolino dava tudo
Por um cheiro de Xandu!
Ai Xanduzinha!
Xanduzinha, minha flor!
Como foi que você deixou
Tanta riqueza pelo meu amor?
Ai, Xanduzinha!
Xanduzinha meu xodó!
Eu sou pobre, mas você sabe,
Que o meu amor
Vale mais que ouro em pó!
(Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira)
Tinha oito boi Zebu!
Uma casa com varanda
Dando pro Norte e pro Su!
Seu paiol tava cheinho
De feijão e de Andu,
Sem contar com mais uns cobre
Lá no fundo do baú...
Marcolino dava tudo
Por um cheiro de Xandu!
Ai Xanduzinha!
Xanduzinha, minha flor!
Como foi que você deixou
Tanta riqueza pelo meu amor?
Ai, Xanduzinha!
Xanduzinha meu xodó!
Eu sou pobre, mas você sabe,
Que o meu amor
Vale mais que ouro em pó!
(Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira)
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Festa | A Volta da Asa Branca
Sol vermelho é bonito de se ver,
Lua nova no alto que beleza,
Céu de azul bem limpinho é natureza,
Em visão que tem muito de prazer,
Mas o lindo pra mim é céu cinzento,
Com clarão entoando o seu refrão,
Prenúncio que vem trazendo alento,
A chegada da chuva no sertão,
Ver a terra rachada amolecendo,
O solo antes pobre enriquecendo,
O milho pro céu apontando,
Feijão pelo chão enramando,
E depois pela safra que alegria,
Ver o povo todinho num vulcão,
A negrada caindo na folia,
Esquecendo das mágoas sem lundu,
Belo é o Recife pegando fogo,
Na pisada do maracatu.
(Gonzaguinha)
--------------------------------------------
Já faz três noites
Que pro norte relampeia
A asa branca
Ouvindo o ronco do trovão
Já bateu asas
E voltou pro meu sertão
Ai, ai eu vou me embora
Vou cuidar da prantação
A seca fez eu desertar da minha terra
Mas felizmente Deus agora se alembrou
De mandar chuva
Pr'esse sertão sofredor
Sertão das muié séria
Dos homes trabaiador
Rios correndo
As cachoeira tão zoando
Terra moiada
Mato verde, que riqueza
E a asa branca
Tarde canta, que beleza
Ai, ai, o povo alegre
Mais alegre a natureza
Sentindo a chuva
Eu me arrescordo de Rosinha
A linda flor
Do meu sertão pernambucano
E se a safra
Não atrapaiá meus pranos
Que que há, o seu vigário
Vou casar no fim do ano.
(Luiz Gonzaga)
Elisa Paraíso
Elba Ramalho - Festa
Mariana Aydar - Festa
Lua nova no alto que beleza,
Céu de azul bem limpinho é natureza,
Em visão que tem muito de prazer,
Mas o lindo pra mim é céu cinzento,
Com clarão entoando o seu refrão,
Prenúncio que vem trazendo alento,
A chegada da chuva no sertão,
Ver a terra rachada amolecendo,
O solo antes pobre enriquecendo,
O milho pro céu apontando,
Feijão pelo chão enramando,
E depois pela safra que alegria,
Ver o povo todinho num vulcão,
A negrada caindo na folia,
Esquecendo das mágoas sem lundu,
Belo é o Recife pegando fogo,
Na pisada do maracatu.
(Gonzaguinha)
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Já faz três noites
Que pro norte relampeia
A asa branca
Ouvindo o ronco do trovão
Já bateu asas
E voltou pro meu sertão
Ai, ai eu vou me embora
Vou cuidar da prantação
A seca fez eu desertar da minha terra
Mas felizmente Deus agora se alembrou
De mandar chuva
Pr'esse sertão sofredor
Sertão das muié séria
Dos homes trabaiador
Rios correndo
As cachoeira tão zoando
Terra moiada
Mato verde, que riqueza
E a asa branca
Tarde canta, que beleza
Ai, ai, o povo alegre
Mais alegre a natureza
Sentindo a chuva
Eu me arrescordo de Rosinha
A linda flor
Do meu sertão pernambucano
E se a safra
Não atrapaiá meus pranos
Que que há, o seu vigário
Vou casar no fim do ano.
(Luiz Gonzaga)
Elisa Paraíso
Elba Ramalho - Festa
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Respeita Januário | Juazeiro
Quando eu voltei lá no sertão
Eu quis mangar(zombar) de Januário
Com meu fole prateado
Só de baixo, cento e vinte, botão preto bem juntinho
Como nêgo empareado
Mas antes de fazer bonito de passagem por Granito
Foram logo me dizendo:
"De Itaboca à Rancharia, de Salgueiro à Bodocó, Januário é omaior!"
E foi aí que me falou mei' zangado o véi Jacó:
"Luí" respeita Januário
"Luí" respeita Januário
"Luí", tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso
E com ele ninguém vai, "Luí"
Respeita os oito baixo do teu pai!.
--------------------------------------------------------
Juazeiro, Juazeiro
Me arresponda por favor
Juazeiro, velho amigo
Onde anda meu amor
Ai, Juazeiro
Ela nunca mais voltou
Diz, Juazeiro
Onde anda o meu amor
Juazeiro, não te alembras
Quando o nosso amor nasceu
Toda tarde à tua sombra
Conversava ela e eu
Ai, Juazeiro
Como dói a minha dor
Dis, Juazeiro
Onde anda o meu amor
Juazeiro, seja franco
Ela tem um novo amor?
Se não tem porque tu choras
Solidário à minha dor?
Ai, Juazeiro
Naõ me deixa assim roer
Ai, Juazeiro
Tô cansado de sofrer
Juazeiro, meu destino
Tá ligado junto ao teu
No teu tronco tem dois
nomes
Ela mesmo é que
escreveu
Ai, Juazeiro
Eu não aguento mais
roer
Ai, Juazeiro
Eu prefiro inté morrer
----------------------------------------------
(Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira)
Elisa Paraíso
Eu quis mangar(zombar) de Januário
Com meu fole prateado
Só de baixo, cento e vinte, botão preto bem juntinho
Como nêgo empareado
Mas antes de fazer bonito de passagem por Granito
Foram logo me dizendo:
"De Itaboca à Rancharia, de Salgueiro à Bodocó, Januário é omaior!"
E foi aí que me falou mei' zangado o véi Jacó:
"Luí" respeita Januário
"Luí" respeita Januário
"Luí", tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso
E com ele ninguém vai, "Luí"
Respeita os oito baixo do teu pai!.
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Juazeiro, Juazeiro
Me arresponda por favor
Juazeiro, velho amigo
Onde anda meu amor
Ai, Juazeiro
Ela nunca mais voltou
Diz, Juazeiro
Onde anda o meu amor
Juazeiro, não te alembras
Quando o nosso amor nasceu
Toda tarde à tua sombra
Conversava ela e eu
Ai, Juazeiro
Como dói a minha dor
Dis, Juazeiro
Onde anda o meu amor
Juazeiro, seja franco
Ela tem um novo amor?
Se não tem porque tu choras
Solidário à minha dor?
Ai, Juazeiro
Naõ me deixa assim roer
Ai, Juazeiro
Tô cansado de sofrer
Juazeiro, meu destino
Tá ligado junto ao teu
No teu tronco tem dois
nomes
Ela mesmo é que
escreveu
Ai, Juazeiro
Eu não aguento mais
roer
Ai, Juazeiro
Eu prefiro inté morrer
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(Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira)
Elisa Paraíso
14 de ago. de 2010
Mr. Pitiful
They call me Mr. Pitiful
Baby thats my name now
They call me Mr. Pitiful Thats how I got my fame
But people just don`t seem to understand
How someone can feel so blue
They call me Mr pitiful cause I lost someone just like you.
The call me Mr. Pitiful
This everybody know now
They call me Mr. Pitiful Most everyplace I go.
But nobody seems to understand now,
How can a man sing such a sad song
When he lost everything that he had.
How can I explain to you
How somebody con get so very blue
How can I tell you about my past
If all things won`t end.
Mr Pitiful
Thats my name now
They call me Mr. Pitiful Thats how I got my fame
But nobody seems to understand
what make a man can feel so very blue
They call me Mr. Pitiful cause I m in love with you
Can I explain to you
Everything is going wrong
I`ve lost everything i had
I have to sing this sad song
To get back to her
And I m gonna sing this song to you
And i want you
And I want you
And I want you
And I want you
[And I wanna tell you everything is going through my mind]
And I want to sing
And I want to sing
And I want to sing
And I want to sing this song with you
[And I wanna sing this song to everyone]
Cause I want them to understand what I talkin about
I want you to understand what I`m sayin......
(Cropper, S; Redding, O)
Baby thats my name now
They call me Mr. Pitiful Thats how I got my fame
But people just don`t seem to understand
How someone can feel so blue
They call me Mr pitiful cause I lost someone just like you.
The call me Mr. Pitiful
This everybody know now
They call me Mr. Pitiful Most everyplace I go.
But nobody seems to understand now,
How can a man sing such a sad song
When he lost everything that he had.
How can I explain to you
How somebody con get so very blue
How can I tell you about my past
If all things won`t end.
Mr Pitiful
Thats my name now
They call me Mr. Pitiful Thats how I got my fame
But nobody seems to understand
what make a man can feel so very blue
They call me Mr. Pitiful cause I m in love with you
Can I explain to you
Everything is going wrong
I`ve lost everything i had
I have to sing this sad song
To get back to her
And I m gonna sing this song to you
And i want you
And I want you
And I want you
And I want you
[And I wanna tell you everything is going through my mind]
And I want to sing
And I want to sing
And I want to sing
And I want to sing this song with you
[And I wanna sing this song to everyone]
Cause I want them to understand what I talkin about
I want you to understand what I`m sayin......
(Cropper, S; Redding, O)
Try A Little Tenderness
[This is for you] Ooh she may be weary
And them young girls they do get weary
Wearing that same old shaggy dress
But when they get weary
[You gotta] try a little tenderness
[Tell you, might not believe it, but]
You know she's waiting
Just anticipating
The thing that she'll never, never, possess,no,no
But while [all the time] she's without it
Go to her and try just a little bit of tenderness
[Thats all you gentlemen gotta do]
Oh,but its one thing
It might be a bit sentimental yeah, yeah
She has - her greaves and care
But the soft words [they] are spoken so gentle
Yeah
But, oh, that makes it, makes it easier to bear, yeah
You wont regret it
No no,
Them young girls they dont forget it
[Cause] Love is their whole, whole happiness Yes, yes, yeah
And its all so easy
Come on and try
Try a little Tenderness
Yeah Try
Just keep on trying
You've got to love her
Squeeze her
Don't tease her Make love [Get to her]
Hold her tight
Just, just try a little tenderness
Thats all you gotta do
Youve gotta hold her tight
One more time
You`ve got to love her
hold her Don't tease her
Never leave her
Make love to her
Hold her, man
Try a little tenderness
[Just one time] God have mercy now
All you`ve gotta do
Love her
You've gotta hold her
Don't squeeze her
Never leave her Y
ou gotta now,now,now
Watch it , tell everybody
Try
Try a little tenderness
You gotta make love
Don't tease her
Never leave her
Rub her down
Smooth her, soothe her
Move her
Love her
Rub her
Gotta gotta, zak it to her
Try some tenderness
Oh yeah
Tenderness
Little tendernes
Gotta, lord you gotta hold her
Squeeze her Never leave her
"Try a Little Tenderness" is a love song written by "Irving King" (James Campbell and Reginald Connelly) and Harry M. Woods, and recorded initially on December 8, 1932. Otis rearranged and recorded his R&B version in the 1960s.
And them young girls they do get weary
Wearing that same old shaggy dress
But when they get weary
[You gotta] try a little tenderness
[Tell you, might not believe it, but]
You know she's waiting
Just anticipating
The thing that she'll never, never, possess,no,no
But while [all the time] she's without it
Go to her and try just a little bit of tenderness
[Thats all you gentlemen gotta do]
Oh,but its one thing
It might be a bit sentimental yeah, yeah
She has - her greaves and care
But the soft words [they] are spoken so gentle
Yeah
But, oh, that makes it, makes it easier to bear, yeah
You wont regret it
No no,
Them young girls they dont forget it
[Cause] Love is their whole, whole happiness Yes, yes, yeah
And its all so easy
Come on and try
Try a little Tenderness
Yeah Try
Just keep on trying
You've got to love her
Squeeze her
Don't tease her Make love [Get to her]
Hold her tight
Just, just try a little tenderness
Thats all you gotta do
Youve gotta hold her tight
One more time
You`ve got to love her
hold her Don't tease her
Never leave her
Make love to her
Hold her, man
Try a little tenderness
[Just one time] God have mercy now
All you`ve gotta do
Love her
You've gotta hold her
Don't squeeze her
Never leave her Y
ou gotta now,now,now
Watch it , tell everybody
Try
Try a little tenderness
You gotta make love
Don't tease her
Never leave her
Rub her down
Smooth her, soothe her
Move her
Love her
Rub her
Gotta gotta, zak it to her
Try some tenderness
Oh yeah
Tenderness
Little tendernes
Gotta, lord you gotta hold her
Squeeze her Never leave her
"Try a Little Tenderness" is a love song written by "Irving King" (James Campbell and Reginald Connelly) and Harry M. Woods, and recorded initially on December 8, 1932. Otis rearranged and recorded his R&B version in the 1960s.
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6 de ago. de 2010
Pranto livre
Chora, desabafa seu peito,
Chora, você tem o direito.
Se tratando de amor,
qualquer um pode chorar.
Não se envergonhedo pranto,
que é privilégio de quem sabe amar.
Quem não teve amor nunca sofreu,
E desconhece o que é agonia.
Abra o peito
e deixe o pranto livre como eu.
Ah, desabafe a melancolia.
(Dida / Everaldo da Viola)
Chora, você tem o direito.
Se tratando de amor,
qualquer um pode chorar.
Não se envergonhedo pranto,
que é privilégio de quem sabe amar.
Quem não teve amor nunca sofreu,
E desconhece o que é agonia.
Abra o peito
e deixe o pranto livre como eu.
Ah, desabafe a melancolia.
(Dida / Everaldo da Viola)
Dor-de-cotovelo
O ciúme dói nos cotovelos
Na raiz dos cabelos
Gela a sola dos pés
Faz os músculos ficarem moles
E o estômago vão e sem fome
Dói da flor da pele ao pó do osso
Rói do cóccix até o pescoço
Acende uma luz branca em seu umbigo
Você ama o inimigo
E se torna inimigo do amor
O ciúme dói do leito à margem
Dói pra fora na paisagem
Arde ao sol do fim do dia
Corre pelas veias na ramagem
Atravessa a voz e a melodia
(Caetano Veloso)
Na raiz dos cabelos
Gela a sola dos pés
Faz os músculos ficarem moles
E o estômago vão e sem fome
Dói da flor da pele ao pó do osso
Rói do cóccix até o pescoço
Acende uma luz branca em seu umbigo
Você ama o inimigo
E se torna inimigo do amor
O ciúme dói do leito à margem
Dói pra fora na paisagem
Arde ao sol do fim do dia
Corre pelas veias na ramagem
Atravessa a voz e a melodia
(Caetano Veloso)
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