4 de fev. de 2009
Losing a friend
You're losing a friend
You got it all wrong
It's not about revenge
But you're losing a friend
I didn't see it coming
With my head stuck in the sand
But now I'm losing a friend
And it's keeping me up
It's the ribbons I tie
I would rather just die
Go to hell and crawl back
And let you go
You're losing a friend
You jeopardise me
Bad bad blood on your hands
And see, you're losing a friend
I´m fickle and I'm vain
And you trick me over and over again
And now I'm losing you
And it's killing me
It's the strings that I tie
I would rather just die
Go to hell and crawl back
Than let it all go
My mistake... to lose you
Oh, no, oh, no! So this is the end, now
I'm losing you
Oh, look at you!
Look what you're wasting
You're losing a friend
Oh, no Oh, no! I'm losing a friend
Oh, oh oh no
(The Cardigans - music by Peter Svensson - lyrics by Nina Persson)
Marcadores:
Letra de música,
vastas emoções e pensamentos imperfeitos,
Vídeos
2 de fev. de 2009
Mamãe coragem
Mamãe, mamãe, não chore
A vida é assim mesmo
Eu fui embora
Mamãe, mamãe, não chore
Eu nunca mais vou voltar por aí
Mamãe, mamãe, não chore
A vida é assim mesmo
Eu quero mesmo é isto aqui
Mamãe, mamãe, não chore
Pegue uns panos pra lavar
Leia um romance
Veja as contas do mercado
Pague as prestações
Ser mãe
É desdobrar fibra por fibra
Os corações dos filhos
Seja feliz
Seja feliz
Mamãe, mamãe, não chore
Eu quero, eu posso, eu quis, eu fiz
Mamãe, seja feliz
Mamãe, mamãe, não chore
Não chore nunca mais, não adianta
Eu tenho um beijo preso na garganta
Eu tenho um jeito de quem não se espanta
(Braço de ouro vale 10 milhões)
Eu tenho corações fora peito
Mamãe, não chore
Não tem jeito
Pegue uns panos pra lavar
Leia um romance
Leia "Alzira morta virgem"
"O grande industrial"
Eu por aqui vou indo muito bem
De vez em quando brinco Carnaval
E vou vivendo assim: felicidade
Na cidade que eu plantei pra mim
E que não tem mais fim
Não tem mais fim
Não tem mais fim
(Caetano Veloso e Torquato Neto)
A vida é assim mesmo
Eu fui embora
Mamãe, mamãe, não chore
Eu nunca mais vou voltar por aí
Mamãe, mamãe, não chore
A vida é assim mesmo
Eu quero mesmo é isto aqui
Mamãe, mamãe, não chore
Pegue uns panos pra lavar
Leia um romance
Veja as contas do mercado
Pague as prestações
Ser mãe
É desdobrar fibra por fibra
Os corações dos filhos
Seja feliz
Seja feliz
Mamãe, mamãe, não chore
Eu quero, eu posso, eu quis, eu fiz
Mamãe, seja feliz
Mamãe, mamãe, não chore
Não chore nunca mais, não adianta
Eu tenho um beijo preso na garganta
Eu tenho um jeito de quem não se espanta
(Braço de ouro vale 10 milhões)
Eu tenho corações fora peito
Mamãe, não chore
Não tem jeito
Pegue uns panos pra lavar
Leia um romance
Leia "Alzira morta virgem"
"O grande industrial"
Eu por aqui vou indo muito bem
De vez em quando brinco Carnaval
E vou vivendo assim: felicidade
Na cidade que eu plantei pra mim
E que não tem mais fim
Não tem mais fim
Não tem mais fim
(Caetano Veloso e Torquato Neto)
31 de jan. de 2009
Musa cabloca
Uirapuru canta no seio da mata
Papagaio nenhum solta um pio
Sereia canta sentada na pedra
Marinheiro tonto medra pelo mar
Sou pau de resposta, jibóia, sou eu, canela
Sereia eu sou, uma tela, sou eu, sou ela
Sou pau de resposta, jibóia, sou eu, canela
Sereia eu sou, uma tela, sou eu, sou ela
Coração pipoca na chapa do braseiro
Sou baunilha, sou lenha que queima
Que queima na porta do formigueiro
E ouriça o pêlo do tamanduá
Mãe matriz da fogosa palavra cantada
Geratriz da canção popular desvairada
Nota mágica no tom mais alto, afinada
Sou pau de resposta, jibóia, sou eu, canela
Sereia eu sou, uma tela, sou eu, sou ela
Sou pau de resposta, jibóia, sou eu, canela
Sereia eu sou, uma tela, sou eu, sou ela
(Gilberto Gil)
GAL!
Papagaio nenhum solta um pio
Sereia canta sentada na pedra
Marinheiro tonto medra pelo mar
Sou pau de resposta, jibóia, sou eu, canela
Sereia eu sou, uma tela, sou eu, sou ela
Sou pau de resposta, jibóia, sou eu, canela
Sereia eu sou, uma tela, sou eu, sou ela
Coração pipoca na chapa do braseiro
Sou baunilha, sou lenha que queima
Que queima na porta do formigueiro
E ouriça o pêlo do tamanduá
Mãe matriz da fogosa palavra cantada
Geratriz da canção popular desvairada
Nota mágica no tom mais alto, afinada
Sou pau de resposta, jibóia, sou eu, canela
Sereia eu sou, uma tela, sou eu, sou ela
Sou pau de resposta, jibóia, sou eu, canela
Sereia eu sou, uma tela, sou eu, sou ela
(Gilberto Gil)
GAL!
30 de jan. de 2009
Mulher
Não sei
Que intensa magia
Teu corpo irradia
Que me deixa louco assim
Mulher
Não sei
Teus olhos castanhos
Profundos, estranhos
Que mistério ocultarão
Mulher
Não sei dizer
Mulher
Só sei que sem alma
Roubaste-me a calma
E a teus pés eu fico a implorar
O teu amor tem um gosto amargo
E eu fico sempre a chorar nesta dor
Por teu amor
Por teu amor
Mulher
(Custódio Mesquita e Sadi Cabral)
Que intensa magia
Teu corpo irradia
Que me deixa louco assim
Mulher
Não sei
Teus olhos castanhos
Profundos, estranhos
Que mistério ocultarão
Mulher
Não sei dizer
Mulher
Só sei que sem alma
Roubaste-me a calma
E a teus pés eu fico a implorar
O teu amor tem um gosto amargo
E eu fico sempre a chorar nesta dor
Por teu amor
Por teu amor
Mulher
(Custódio Mesquita e Sadi Cabral)
Poema em linha reta
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
(Álvaro de Campos)
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
(Álvaro de Campos)
Marcadores:
poesia,
vastas emoções e pensamentos imperfeitos
On my own
Sometimes I wonder where I've been
Who I am, do I fit in?
Make believin' is hard alone
Out here on my own
We're always provin' who we are
Always reachin' for that risin' star
To guide me far and shine me home
Out here on my own
When I'm down and feelin' blue
I close my eyes so I can be with you
Oh, baby, be strong for me, baby, belong to me
Help me through, help me need you
Until the morning sun appears
Makin' light of all my fears
I dry the tears I never shown
Out here on my own
But when I'm down and feelin' blue
I close my eyes so I can be with you
Oh, baby, be strong for me, baby, belong to me
Help me through, help me need you
Sometimes I wonder where I've been
Who I am, do I fit in?
I may not win but I can be strong
Out here on my own
Out here on my own
On my own
(singer: Nikka Costa)
Who I am, do I fit in?
Make believin' is hard alone
Out here on my own
We're always provin' who we are
Always reachin' for that risin' star
To guide me far and shine me home
Out here on my own
When I'm down and feelin' blue
I close my eyes so I can be with you
Oh, baby, be strong for me, baby, belong to me
Help me through, help me need you
Until the morning sun appears
Makin' light of all my fears
I dry the tears I never shown
Out here on my own
But when I'm down and feelin' blue
I close my eyes so I can be with you
Oh, baby, be strong for me, baby, belong to me
Help me through, help me need you
Sometimes I wonder where I've been
Who I am, do I fit in?
I may not win but I can be strong
Out here on my own
Out here on my own
On my own
(singer: Nikka Costa)
Marcadores:
Letra de música,
vastas emoções e pensamentos
Janelas abertas
Sim
Eu poderia fugir, meu amor
Eu poderia partir
Sem dizer pra onde vou
Nem se devo voltar
Sim
Eu poderia morrer de dor
Eu poderia morrer
E me serenizar
Ah
Eu poderia ficar sempre assim
Como uma casa sombria
Uma casa vazia
Sem luz nem calor
Mas
Quero as janelas abrir
Para que o sol possa vir iluminar nosso amor
(Tom Jobim - Vinicius de Moraes)
Eu poderia fugir, meu amor
Eu poderia partir
Sem dizer pra onde vou
Nem se devo voltar
Sim
Eu poderia morrer de dor
Eu poderia morrer
E me serenizar
Ah
Eu poderia ficar sempre assim
Como uma casa sombria
Uma casa vazia
Sem luz nem calor
Mas
Quero as janelas abrir
Para que o sol possa vir iluminar nosso amor
(Tom Jobim - Vinicius de Moraes)
Na rua, na chuva, na fazenda (casinha de sapê)
Não estou disposto
A esquecer seu rosto de vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue tuas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
(Hyldon)
A esquecer seu rosto de vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue tuas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
(Hyldon)
27 de jan. de 2009
Uma história confusa
"Chegue bem perto de mim. Me olhe, me toque, me diga qualquer coisa. Ou não diga nada, mas chegue mais perto. Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada. Daqui há pouco você vai crescer e achar tudo isso ridículo. Antes que tudo se perca, enquanto ainda posso dizer sim, por favor chegue mais perto".
(Ovelhas negras, Caio Fernando Abreu)
(Ovelhas negras, Caio Fernando Abreu)
Marcadores:
literatura,
vastas emoções e pensamentos imperfeitos
Maiúsculo
Como é maiúsculo
O artista e a sua canção
Relação entre Deus e o músculo
Que faz poderosa a sua criação
Pensando bem
É um mistério
Como é misterioso o coração
Como é minúsculo
O olhar de quem vive no escuro
Um sujeito malvado e burro
Alguém machucado como não ter um bem
Não tem porém
Mas tem um tédio
Não ser vítima do assédio de ninguém
Quase não dorme
Vive ao avesso
Medo conhece bem
Sem endereço
Como é que pode
Não fazer mal também
Tenho meus vícios
Vivem dentro de mim esses bixos
São o pai e a mãe dos meus lixos
E às vezes me levam de mal a pior
Pergunto quem
Não sabe disso
Os momentos em que a vida não tem dó
Solto meus bixos
Pelas músicas quando me aflijo
Mas um homem sem esse feitiço
E sem um carinho a que recorrer
Pode matar
Querer correr
Pois perdeu todo sentido de viver
(Sérgio Sampaio)
O artista e a sua canção
Relação entre Deus e o músculo
Que faz poderosa a sua criação
Pensando bem
É um mistério
Como é misterioso o coração
Como é minúsculo
O olhar de quem vive no escuro
Um sujeito malvado e burro
Alguém machucado como não ter um bem
Não tem porém
Mas tem um tédio
Não ser vítima do assédio de ninguém
Quase não dorme
Vive ao avesso
Medo conhece bem
Sem endereço
Como é que pode
Não fazer mal também
Tenho meus vícios
Vivem dentro de mim esses bixos
São o pai e a mãe dos meus lixos
E às vezes me levam de mal a pior
Pergunto quem
Não sabe disso
Os momentos em que a vida não tem dó
Solto meus bixos
Pelas músicas quando me aflijo
Mas um homem sem esse feitiço
E sem um carinho a que recorrer
Pode matar
Querer correr
Pois perdeu todo sentido de viver
(Sérgio Sampaio)
Marcadores:
Letra de música,
vastas emoções e pensamentos imperfeitos
26 de jan. de 2009
O Mar e o Ar
O mar pode nos afogar
pode nos inundar
com o seu rosto azul
Porém não consegue nos separar
Porque o amor respira sobre o mar
O ar pode nos ressecar
pode nos carregar
com o seu vento sul
Porém não consegue nos apagar
porque o amor aumenta com o ar
Sempre que estiver à noite a chorar
saiba que estarei aqui
seco a água de seu pranto a soprar
Não demoras a sorrir
Se o vento é de levar
o mar é de trazer
de volta o que se vai
e a onda quer devolver
o amor de eu e você
(Amarante/Kassin/Domenico)
pode nos inundar
com o seu rosto azul
Porém não consegue nos separar
Porque o amor respira sobre o mar
O ar pode nos ressecar
pode nos carregar
com o seu vento sul
Porém não consegue nos apagar
porque o amor aumenta com o ar
Sempre que estiver à noite a chorar
saiba que estarei aqui
seco a água de seu pranto a soprar
Não demoras a sorrir
Se o vento é de levar
o mar é de trazer
de volta o que se vai
e a onda quer devolver
o amor de eu e você
(Amarante/Kassin/Domenico)
24 de jan. de 2009
A OBSCENA SENHORA D.
"Vi-me afastada do centro de alguma coisa que não sei dar nome, nem por isso irei à sacristia, teófaga incestuosa, isso não, eu Hillé também chamada por Ehud; A Senhora D, eu Nada, eu Nome de Ninguém, eu a procura da luz numa cegueira silenciosa, sessenta anos à procura do sentido das coisas. Derrelição Ehud me dizia, Derrelição – pela última vez Hillé, Derrelição quer dizer desamparo, abandono, e porque me perguntas a cada dia e não reténs, daqui por diante te chamo A Senhora D. D de Derrelição, ouviu? Desamparo, Abandono, desde sempre a alma em vaziez, buscava nomes, tateava cantos, vincos, acariciava dobras, quem sabe se nos frisos, nos fios, nas torçuras, no fundo das calças, nos nós, nos visíveis cotidianos, no ínfimo absurdo, nos mínimos, um dia a luz, o entender de nós todos o destino, um dia vou compreender, Ehud, compreender o quê? isso de vida e morte, esses porquês. Escute, Senhora D, se ao invés desses tratos com o divino, desses luxos do pensamento, tu me fizesses um café, heim? E apalpava, escorria os dedos na minha anca, nas coxas, encostava a boca nos pêlos, no meu mais fundo, dura boca de Ehud, fina úmida e aberta se me tocava, eu dizia olhe espere, queria tanto te falar, não, não faz agora, Ehud, por favor, queria te falar, te falar da morte de Ivan Ilitch, da solidão desse homem, desses nadas do dia a dia que vão consumindo a melhor parte de nós, queria te falar do fardo quando envelhecemos, do desaparecimento, dessa coisa que não é existe mas é crua, é viva, o Tempo."
(...)
(Hilda Hilst)
(...)
(Hilda Hilst)
Achou
Investir
É cultivar o amor
Se despir
É ativar
Resistir
É aturar o amor
Insistir
É saturar
Aderir
É estar com seu amor
Adorar
É superstar
Aplaudir
Até sentindo dor
É amar
Quem puder
Viver um grande amor
Verá
Consentir
É educar o amor
Seduzir
É cutucar
Amarei!
É conjugar o amor
Não amei!
É enxugar
Avançar
É conquistar o amor
Amansar
É como está
Como estou
Com muito amor pra dar
Eu dou!
Quem estiver
Atrás de um grande amor
Achou!
(Dante Ozzetti e Luiz Tatit)
É cultivar o amor
Se despir
É ativar
Resistir
É aturar o amor
Insistir
É saturar
Aderir
É estar com seu amor
Adorar
É superstar
Aplaudir
Até sentindo dor
É amar
Quem puder
Viver um grande amor
Verá
Consentir
É educar o amor
Seduzir
É cutucar
Amarei!
É conjugar o amor
Não amei!
É enxugar
Avançar
É conquistar o amor
Amansar
É como está
Como estou
Com muito amor pra dar
Eu dou!
Quem estiver
Atrás de um grande amor
Achou!
(Dante Ozzetti e Luiz Tatit)
Marcadores:
Letra de música,
vastas emoções e pensamentos imperfeitos
Partidão
Nosso caso de amor
Era pra ser
Um partidão
Mas não foi não
Passei pela zaga igual um azougue
Um zás liso e veloz
Driblei um
Driblei dois
Fiquei na cara do gol
Mas do lado de lá
Eu não pensava encontrar
Um Tafarel
Um Valdir
Um Gilmar
Perder no amor
Que decepção
Não recuei
Botei pressão
Chapelei a dor e a solidão
Tabelei e avancei
Fui ao chão na pequena área do seu coração
Então cansei, desisti
Te perder, sim perdi
Vi que não valho um tostão pra ti
Nem um Mané, um Vavá, um Raí
(Dante Ozzetti e Zeca Baleiro)
Era pra ser
Um partidão
Mas não foi não
Passei pela zaga igual um azougue
Um zás liso e veloz
Driblei um
Driblei dois
Fiquei na cara do gol
Mas do lado de lá
Eu não pensava encontrar
Um Tafarel
Um Valdir
Um Gilmar
Perder no amor
Que decepção
Não recuei
Botei pressão
Chapelei a dor e a solidão
Tabelei e avancei
Fui ao chão na pequena área do seu coração
Então cansei, desisti
Te perder, sim perdi
Vi que não valho um tostão pra ti
Nem um Mané, um Vavá, um Raí
(Dante Ozzetti e Zeca Baleiro)
Alguem total
Vem me abraçar, vem
Vem reparar bem
Quem é que abraçou quem
Pois vou lhe abraçar também
Quem dá um abraço
Não sabe se deu
Ou se devolveu
Ou se perdeu
Quando o abraço sai alguém e não volta
Não envolveu
Anunciou
Renunciou
Dissolveu
Vem me abraçar, vem
Vem reparar bem
Quem é que abraçou quem
Pois vou lhe abraçar também
Quem quer um pedaço
Um pouco de alguém
Abraçando tem
E ainda mais
Se o abraço for além de um minuto
Aí é fatal
Envolveu
Você tem
Um alguém total
(Dante Ozzetti e Luiz Tatit)
Vem reparar bem
Quem é que abraçou quem
Pois vou lhe abraçar também
Quem dá um abraço
Não sabe se deu
Ou se devolveu
Ou se perdeu
Quando o abraço sai alguém e não volta
Não envolveu
Anunciou
Renunciou
Dissolveu
Vem me abraçar, vem
Vem reparar bem
Quem é que abraçou quem
Pois vou lhe abraçar também
Quem quer um pedaço
Um pouco de alguém
Abraçando tem
E ainda mais
Se o abraço for além de um minuto
Aí é fatal
Envolveu
Você tem
Um alguém total
(Dante Ozzetti e Luiz Tatit)
Assinar:
Postagens (Atom)
